quarta-feira, 26 de março de 2008

Polêmica envolve prêmio literário exclusivo para mulheres

Polêmica envolve prêmio literário exclusivo para mulheres

O Orange, prêmio literário britânico para obras de ficção escritas apenas por mulheres, vem causando polêmica no Reino Unido. Acusada de ser machista, a premiação foi criticada por autoras inglesas que questionam a necessidade de existência do evento, segundo o jornal inglês The Times. A renomada escritora A. S. Byatt disse que proibiu seus editores de inscrever suas obras no prêmio, por considerar a idéia discriminatória. O escritor inglês John Sutherland afirmou acreditar que essa segregação faz mais mal às mulheres do que bem. Outra autora que teria recusado a inscrição de sua obra no concurso é Anita Brookner, ganhadora do Booker Prize, um dos mais importantes prêmios da literatura inglesa. Harriet Hastings, diretora do Orange, rebateu as críticas ao afirmar que o prêmio é uma “celebração da ficção feita por mulheres”. A ganhadora, que receberá um cheque de £30 mil, deve ser anunciada em junho. Leia mais no The Times (em inglês).

Fonte [Boletim do PNLL]


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O dia em que a livraria virou tribunal

João Estrella, ex-traficante que foi tema de filme, é “julgado” de novo

Felipe Recondo, BRASÍLIA

João Estrella, personagem central do filme Meu Nome Não É Johnny, interpretado por Selton Mello, teve uma espécie de segundo julgamento na noite de segunda-feira. Desta vez, fora dos tribunais, numa livraria de Brasília, e sem a mesma sorte: a depender do júri presente, Estrella teria de cumprir bem mais do que os dois anos de prisão e outros dois de internação num manicômio, pena imposta pela Justiça ao então traficante.

Leia mais no Estadão
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