quarta-feira, 2 de abril de 2008

Prêmio Literário Cecília Meireles

Começam hoje as inscrições para o Prêmio Literário Cecília Meireles. A proposta é incentivar a produção literária e despertar estudantes e a sociedade para a 8ª Feira do Livro de Ribeirão Preto. O prêmio une todas as entidades literárias da cidade diante de um único objetivo.

Os 15 premiados, três em cada categoria, terão suas obras publicadas em um livro. Os prêmios variam de livros e dicionários a computadores e viagens culturais para São Paulo e Feira do Livro de Porto Alegre.

As inscrições vão até 15 de maio
As redações serão enviadas por correio para a Avenida César Vergueiro, 1205. Sala 14, Jardim Irajá. CEP: 14020-500.
Informações: (16) 3931-6004

Prêmio Vivaleitura 2008

Estão abertas as inscrições para a terceira edição do Prêmio Vivaleitura 2008.
A iniciativa faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e tem o objetivo de estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências relacionadas à leitura. Podem concorrer trabalhos de instituições, empresas, órgãos públicos e pessoas físicas, divididos nas categorias: Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; Escolas públicas e privadas; e Sociedade, que abrange empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais.
Em cada categoria, os vencedores receberão um prêmio de R$ 30 mil. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e os finalistas serão anunciados em outubro, com premiação prevista para o mês de novembro.
As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo site www.premiovivaleitura.org.br ou por carta registrada, com aviso de recebimento, para o Prêmio Vivaleitura - Caixa Postal 71037-7 - Cep: 03410-970 - São Paulo - SP. Outras informações pelo telefone 0800-7700987

quarta-feira, 26 de março de 2008

Polêmica envolve prêmio literário exclusivo para mulheres

Polêmica envolve prêmio literário exclusivo para mulheres

O Orange, prêmio literário britânico para obras de ficção escritas apenas por mulheres, vem causando polêmica no Reino Unido. Acusada de ser machista, a premiação foi criticada por autoras inglesas que questionam a necessidade de existência do evento, segundo o jornal inglês The Times. A renomada escritora A. S. Byatt disse que proibiu seus editores de inscrever suas obras no prêmio, por considerar a idéia discriminatória. O escritor inglês John Sutherland afirmou acreditar que essa segregação faz mais mal às mulheres do que bem. Outra autora que teria recusado a inscrição de sua obra no concurso é Anita Brookner, ganhadora do Booker Prize, um dos mais importantes prêmios da literatura inglesa. Harriet Hastings, diretora do Orange, rebateu as críticas ao afirmar que o prêmio é uma “celebração da ficção feita por mulheres”. A ganhadora, que receberá um cheque de £30 mil, deve ser anunciada em junho. Leia mais no The Times (em inglês).

Fonte [Boletim do PNLL]


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O dia em que a livraria virou tribunal

João Estrella, ex-traficante que foi tema de filme, é “julgado” de novo

Felipe Recondo, BRASÍLIA

João Estrella, personagem central do filme Meu Nome Não É Johnny, interpretado por Selton Mello, teve uma espécie de segundo julgamento na noite de segunda-feira. Desta vez, fora dos tribunais, numa livraria de Brasília, e sem a mesma sorte: a depender do júri presente, Estrella teria de cumprir bem mais do que os dois anos de prisão e outros dois de internação num manicômio, pena imposta pela Justiça ao então traficante.

Leia mais no Estadão

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

PNLL

“O Plano Nacional do Livro e Leitura — PNLL — é um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no país, empreendidos pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal) e pela sociedade. A prioridade do PNLL é transformar a qualidade da capacidade leitora do Brasil e trazer a leitura para o dia-a-dia do brasileiro. Neste primeiro momento, está compilando, sistematizando e divulgando as ações em prol do livro e da leitura realizadas no país através de seu Mapa de Ações. A partir deste mapeamento, criam-se condições para o intercâmbio e a sinergia entre ações similares e potencializam-se recursos públicos e privados, priorizando-se algumas ações macro que se tornem o motor para o desenvolvimento, nos próximos anos, de uma Política de Estado para o Livro e Leitura.”

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terça-feira, 25 de setembro de 2007

Escritores da Amazônia 'lutam por reconhecimento', diz 'New York Times'

A Amazônia dificilmente é associada a cultura e escritores
O jornal americano The New York Times destaca nesta segunda-feira a obra de escritores vindos do Amazonas que, "apesar do seu considerável talento tiveram problemas para fazer sua voz ser ouvida além da floresta".

O correspondente do jornal, Larry Rother, cita os escritores Márcio Souza e Milton Hatoum, dizendo que ambos tiveram "que deixar a cidade (Manaus) e lutam para conquistar reconhecimento".

Nicomendes Suárez-Arauz, professor de literatura latino-americana da Universidade da Flórida, ouvido pelo jornal, diz que a maioria das pessoas ainda tem uma concepção da Amazônia como "um lugar povoado por tribos, se é que é povoado".

"A imagem de terra inóspita, de uma região selvagem, persiste e é promovida, então quando você fala em cultura e escritores, a reação é de surpresa."

Suárez-Araúz diz que graças a "mundos literários" como os de Hatoum, é possível se conhecer "a realidade urbanizada" do Amazonas.

O jornal relata que, em obras premiadas como Dois Irmãos e Cinzas do Norte, Hatoum, que tem ascendência libanesa, fala sobre o papel dos imigrantes árabes no comércio da Amazônia e suas relações com outros grupos étnicos e raciais, desde índios até os descendentes dos portugueses.

O 'NYT' diz que os escritores do Amazonas, sejam eles do Brasil ou de países vizinhos, "tem que combater isolamento e insularidade para conquistar um mínimo de reconhecimento".

Outro escritor amazonense citados no artigo é Dalcídio Jurandir, considerado o primeiro grande escritor modernista da região.

As obras de Jurandir, que morreu em 1979, dificilmente são encontradas em livraria e não são muito traduzidas.

"É um grande mistério, porque ele é um escritor muito, muito bom", diz Lúcia Sá, professora da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha.

"Acho que a exclusão de Jurandir decorre do fato de ele ter sido um realista regional em uma época em que ninguém estava prestando atenção na Amazônia", diz ela.

O artigo também dá destaque ao autor peruano Santiago Rioncagliolo, autor "de um dos mais aclamados romances passados no Amazonas nos últimos anos, El príncipe de los caimanes". [Fonte: BBCBrasil]


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O mercado editorial tem excesso de títulos?

O mercado editorial tem excesso de títulos?

Em visita ao Brasil, o editor da Harvard University Press, da Lindsay Waters, defendeu que os editores devem publicar cada vez menos e com mais critério. Na entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, Waters declarou que os modelos atuais “exigem produtividade, mas não exatamente qualidade”. Também propôs o movimento 'slow reading' (leitura lenta), “para que as pessoas esqueçam essa mania de ler tudo rápido sem entender o conteúdo”. Quem também se mostra preocupado com o excesso de títulos é o mercado argentino. Em matéria publicada no Clarín, se discute o tempo escasso de exposição que os lançamentos têm nas livrarias e a fragmentação do mercado.

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